Os Melhores Filmes Românticos
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Dentre os principais gêneros cinematográficos, devo confessar que um dos que menos me agradam são os romances. Principalmente porque alguns deles são incapazes de convencer o público quanto à sentimentalidade proposta pelo roteiro, transformando-se, assim, em produções pouco inovadoras e fatalmente cansativas. Porém, como para toda regra existe exceção, alguns poucos filmes românticos conseguem alcançar o triunfo na tentativa de transmitir uma história de amor. E é isto que ocorre nos dez filmes citados a seguir.
Veja também do Ranking A Grande Arte: Melhores Filmes Nacionais e Melhores Musicais

1. Desencanto (1946), de David Lean ![]()
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2. Desejo e Reparação (2007), de Joe Wright ![]()
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3. Titanic (1997), de James Cameron ![]()
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4. As Pontes de Madison (1995), de Clint Eastwood ![]()
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5. Antes do Amanhecer (1995), de Richard Linklater ![]()
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6. Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990), de Jerry Zucker ![]()
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7. O Diário de Uma Paixão (2004), de Nick Cassavetes ![]()
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8. Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004), de Michael Gondry ![]()
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9. Cidade dos Anjos (1998), de Brad Silberling ![]()
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10. O Carteiro e o Poeta (1995), de Michael Radford ![]()
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Oscar 2008 – Momentos
Foi uma cerimônia marcada pela estranheza, não há como negar. Faltou alguma coisa para que o Oscar 2008 alcançasse os méritos de uma octogésima edição. O diretor da Academia, Sid Gannis, disse que seria uma festa à altura de um aniversário tão importante. Mas o que se viu foi uma entrega ligeira e pouco emocionada dos prêmios, que apenas não se afundou na frieza completa devido à alguns poucos discursos verdadeiramente apaixonantes e é claro, algumas cenas bem engraçadas.
MOMENTO EMOÇÃO

Agradecimento de Marion Cottilard, vencedora do Oscar de atriz pelo filme Piaf – Um Hino ao Amor. Usando doces palavras e demonstrando sinceridade em seu discurso, ela disse: “é verdade, existem anjos nesta cidade”. E lacrimejava lindamente.
MOMENTO COMÉDIA

A roteirista de Juno, Diablo Cody, surgiu com um vestido de oncinha dos seus tempos de stripper. E ficou tentando esconder um corte, que digamos, “refrescava” suas pernas.
NOTA: 9,0 (porque as pernas eram bonitas)
MOMENTO JUSTIÇA

Daniel Day-Lewis, premiado com toda a honra e merecimento por seu trabalho irretocável em Sangue Negro, dedicou a estatueta à esposa, aos pais e ao filho, exibindo sempre um belo sorriso de felicidade. Nem parece que aquele britânico de visual cool interpretou um magnata do petróleo há pouco. Um camaleão.
NOTA: 10,0
MOMENTO CONTAGIANTE

Javier Bardem recebe seu Oscar de coadjuvante por Onde os Fracos Não Têm Vez, visivelmente extasiado. Agradece a presença da mãe, sentada na primeira fila do Kodak Theatre, e além de dedicar o prêmio à ela, à avó e à Espanha, discursa boa parte do tempo na língua oficial de seu país. Muita originalidade e patriotismo.
NOTA: 9,0
MOMENTO SALVAÇÃO DA PÁTRIA

O maestro italiano Dario Marianelli salva Desejo e Reparação do esquecimento completo entre os premiados, num discurso ponderado, mas extremamente significativo para o filme britânico.
NOTA: 10,0
MOMENTO SURPREENDENTEMENTE AGRADÁVEL

Tilda Swinton, cheia de personalidade, merecia, além do Oscar de coadjuvante, o de melhor figurino. Depois de ser anunciada como a vencedora da categoria por Alan Arkin, ela ainda demorou a entender que aquilo era verdade.
NOTA: 9,0
MOMENTO SURPREENDENTEMENTE SENSATO

Ruby Dee ficou sem o Oscar (sábia decisão) e no seu devido lugar. Mas ainda vão preparar um honorário por seu comprometimento com os direitos civis. Por isto ela está de parabéns! Mas pela atuação em O Gângster…
NOTA: 10,0
MOMENTO “EU JÁ SABIA”

Oscar de direção, roteiro adaptado e filme para os múltiplos irmãos Joel e Ethan Coen.
NOTA: 7,0
Oscar 2008 – Os Vencedores
Balanço Final: 12 acertos em 24 indicados
(Comentários mais detalhados da cerimônia a partir de amanhã, 25/02)
FILME
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- Conduta de Risco
- Desejo e Reparação
- Juno
- Onde os Fracos Não Têm Vez
(meu escolhido)
- Sangue Negro
DIREÇÃO
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- Jason Reitman – Juno
- Joel e Ethan Coen – Onde os Fracos Não Têm Vez
(meus escolhidos)
- Julian Schnabel – O Escafandro e a Borboleta
- Paul Thomas Anderson – Sangue Negro
- Tony Gilroy – Conduta de Risco
ATOR
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- Daniel Day-Lewis – Sangue Negro
(meu escolhido)
- George Clooney – Conduta de Risco
- Johnny Depp – Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
- Tommy Lee Jones – No Vale das Sombras
- Viggo Mortensen – Senhores do Crime
ATRIZ
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- Cate Blanchett – Elizabeth: A Era de Ouro
- Ellen Page – Juno
- Julie Christie – Longe Dela (minha escolhida)
- Laura Linney – A Família Savage
- Marion Cotillard – Piaf – Um Hino ao Amor
(sempre minha preferida)
ATOR COADJUVANTE
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- Casey Affleck – O Assassinato de Jesse James
- Javier Bardem – Onde os Fracos Não Têm Vez
(meu escolhido)
- Hal Holbrook – Na Natureza Selvagem
- Philip Seymour Hoffman – Jogos do Poder
- Tom Wilkinson – Conduta de Risco
ATRIZ COADJUVANTE
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- Amy Ryan – Medo da Verdade
- Cate Blanchett – Não Estou Lá
- Ruby Dee – O Gângster (minha escolhida)
- Saoirse Ronan – Desejo e Reparação
- Tilda Swinton – Conduta de Risco ![]()
ROTEIRO ORIGINAL
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- A Família Savage – Tamara Jenkins
- Conduta de Risco – Tony Gilroy
- Juno – Diablo Cody
(meu escolhido)
- Lars and the Real Girl – Nancy Oliver
- Ratatouille – Brad Bird, Jan Pinkawa, Jim Capobianco
ROTEIRO ADAPTADO
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- Desejo e Reparação – Christopher Hampton
- Longe Dela - Sarah Polley
- O Escafandro e a Borboleta – Ronald Harwood
- Onde os Fracos Não Têm Vez – Joel Coen e Ethan Coen
(meu escolhido)
- Sangue Negro – Paul Thomas Anderson
FILME DE ANIMAÇÃO
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- Persépolis
- Ratatouille
(meu escolhido)
- Tá Dando Onda
FILME ESTRANGEIRO
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- 12 – Rússia
- Beaufort – Israel
- Katyn – Polônia
- Mongol – Cazaquistão
- The Counterfeiters – Áustria
(meu escolhido)
FOTOGRAFIA
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- Desejo e Reparação
- O Assassinato de Jesse James
- O Escafandro e a Borboleta
- Onde os Fracos Não Têm Vez (meu escolhido)
- Sangue Negro ![]()
DIREÇÃO DE ARTE
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- A Bússola de Ouro
- Desejo e Reparação (meu escolhido)
- O Gângster
- Sangue Negro
- Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet ![]()
FIGURINOS
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- Across the Universe
- Desejo e Reparação
- Elizabeth: A Era de Ouro ![]()
- Piaf – Um Hino ao Amor
- Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (meu escolhido)
EDIÇÃO
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- Na Natureza Selvagem
- O Escafandro e a Borboleta
- O Ultimato Bourne
(meu escolhido)
- Onde os Fracos Não Têm Vez
- Sangue Negro
MAQUIAGEM
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- Norbit
- Piaf – Um Hino ao Amor ![]()
- Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (meu escolhido)
EFEITOS VISUAIS
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- A Bússola de Ouro ![]()
- Piratas do Caribe: No Fim do Mundo
- Transformers (meu escolhido)
EDIÇÃO DE SOM
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- O Ultimato Bourne
(meu escolhido)
- Onde os Fracos Não Têm Vez
- Ratatouille
- Sangue Negro
- Transformers
MIXAGEM DE SOM
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- Os Indomáveis
- O Ultimato Bourne ![]()
- Onde os Fracos Não Têm Vez
- Ratatouille
- Transformers (meu escolhido)
TRILHA SONORA
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- Alberto Iglesias – O Caçador de Pipas
- Dario Marianelli – Desejo e Reparação
(meu escolhido)
- James Newton Howard – Conduta de Risco
- Marco Beltrami – Os Indomáveis
- Michael Giacchino – Ratatouille
CANÇÃO ORIGINAL
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- Falling Slowly – Once ![]()
- Happy Working Song – Encantada
- Raise It Up - O Som do Coração
- So Close – Encantada
- That’s How You Know – Encantada (minha escolhida)
DOCUMENTÁRIO
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- No End in Sight (meu favorito)
- Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience
- Sicko: SOS Saúde
- Taxi to the Dark Side ![]()
- War Dance
DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
- Freeheld
(empate de preferência - 25% - não computarei acerto)
- La Corona
- Salim Baba
- Sari’s Mother
CURTA-METRAGEM
- At Night
- Tanghi Argentini
- The Mozart of Pickpockets
(meu escolhido)
- The Substitute
- The Tonto Woman
CURTA METRAGEM DE ANIMAÇÃO
- Even Pigeons Go To Heaven (meu escolhido)
- I Met the Walrus
- Madame Tutli-Putli
- My Love
- Peter and the Wolf ![]()

Oscar 2008 – Apostas Principais
Quem se habilita?
Gostaria de esclarecer, de antemão, que minhas escolhas desta seção não refletem ao exato minhas verdadeiras preferências, e sim, os filmes que possuem, ao meu ver, maiores chances de levar a estatueta no dia 24 de fevereiro em Los Angeles.

Melhor Filme: Onde os Fracos Não Têm Vez

Melhor Direção: Joel e Ethan Coen, por Onde os Fracos Não Têm Vez

Melhor Ator: Daniel Day-Lewis, por Sangue Negro 
Melhor Atriz: Julie Christie, por Longe Dela
Melhor Ator Coadjuvante: Javier Bardem, por Onde os Fracos Não Têm Vez

Melhor Atriz Coadjuvante: Ruby Dee, por O Gângster

Melhor Roteiro Original: Diablo Cody, por Juno


Melhor Filme Estrangeiro: Os Falsários (Áustria)
Melhor Direção de Arte: Ian Bailley, Nick Gottschalk, Niall Moroney, por Desejo e Reparação

Melhor Figurino: Coleen Atwood, por Sweeney Todd
Melhor Fotografia: Roger Deakins, por Onde os Fracos Não Têm Vez

Melhor Documentário: No End In Sight
Melhor Edição: Christopher Rouse, por O Ultimato Bourne

Melhor Maquiagem: Ve Neill e Martin Samuel, por Piratas do Caribe – No Fim do Mundo

Melhor Trilha Sonora: Dario Marianelli, por Desejo e Reparação

Melhor Canção: “That’s How You Know”, de Alan Menken e Stephen Schwartz, por Encantada

Melhor Mixagem de Som: Kevin O´Connel, Greg P. Russell e Peter J. Devlin, por Transformers

Melhor Edição de Som: Karen M. Baker e Per Hallberg, por O Ultimato Bourne

Melhores Efeitos Visuais: Scott Farrar, Scott Benza, Russell Earl e John Frazier, por Transformers

Melhor Longa de Animação: Ratatouille
Juno

É impossível negar que filmes independentes, adjetivados por muitos como bons, bonitos e relativamente baratos para os padrões de Hollywood, têm feito sucesso estrondoso nas últimas cerimônias do Oscar. Observou-se isto em 2006, com a vitória de Crash-No Limite; em 2007, com a festejada indicação de Pequena Miss Sunshine; e este ano, com o reconhecimento do simpático Juno, do diretor Jason Reitman.
Juno MacGuff é uma garota de 16 anos, que por um descuido reprovável, engravida de seu melhor amigo, Paulie Bleeker, logo na primeira relação sexual. Desnorteada com o ocorrido, ela decide doar a criança para a adoção, e para tanto, conhece um casal que apresenta condições viáveis de fazê-lo. A partir de então, Juno passará por um longo processo de amadurecimento, estabelecendo novas visões e diretrizes para a sua vida.
Concebido pela roteirista Diablo Cody, Juno nada mais é que um moderno, mas ainda delicado painel sobre a adolescência, um longa que, apesar de baseado em idéias previamente tomadas como pretensiosas, ao fim se revela isento de qualquer sentimento do tipo. O filme, como tantos outros indicados ao Oscar deste ano, conta com uma atuação espetacular chave, que é responsável por grande parte de sua exuberância. Ellen Page, no papel central, revela um crescimento profissional irretocável desde Menina Má.com, sentimentalizando Juno quando preciso, ironizando as atitudes alheias e reviravoltas da vida quando necessário. Em certos momentos, Juno parece lidar com a gravidez como se deve lidar com uma dor de barriga, e noutros demonstra medo e sensibilidade; é a sintese do comportamento de uma garota adolescente americana e descolada, mas sua alma apresenta carência e por vezes parece implorar por conselhos. Tais contradições fazem do filme um charmoso e indispensável programa para qualquer momento do dia. A condução da história é tão acertada, que desperta nos espectadores as mais variadas sensações, que transitam entre as lágrimas, as gargalhadas, a pena, e às vezes, a revolta. Porém, o maior trunfo da história está aí: não ocorre nenhum tipo de julgamento ou corretivo explícito do destino; ele está presente, sim, mas de maneira tão indireta que pode passar despercebido, escondido nas entrelinhas.
O elenco secundário não deixa a desejar sobre nenhum aspecto. Michael Cera, um dos garotos do divertido Superbad – É Hoje, cumpre seu papel com uma simpatia e juvenilidade admiráveis, na minha opinião a grande revelação do filme. J.K. Simmons, no papel de pai da garota grávida, remete ao espectador uma despreocupação típica dos pais de família suburbanos. Outra grande reforço é a atriz Jeniffer Garner, insossa em papéis como Elektra, aqui ela trabalha com o tempero exato, e revela que o Oscar poderia sim, tê-la indicado ao prêmio de coadjuvante como a possível mãe adotiva do filho de Juno. Todos competentemente regidos por uma direção ágil e segura de Jason Reitman, conhecido do grande público pelo inesquecível Obrigado Por Fumar. Sua indicação ao Oscar não foi absurda, embora Joe Wright, com o mesmo nível de experiência e à frente do primoroso Desejo e Reparação, tenha ficado, injustamente, de fora da lista de indicados.
A direção de arte consegue um feito notável, transformando os cenários de Juno naquilo que eles deviam ser exatamente, um reflexo da adolescência contemporânea. E a trilha sonora, um dos pontos mais atrativos do longa, se compõe de músicas extremamente simpáticas, igualmente condizentes com o universo da juventude.
Juno é, na verdade, uma parábola cinematográfica sobre o amadurecimento, uma viagem inebriante aos confins do cérebro de uma garota dotada de sentimentos comuns e reconhecíveis. Uma produção que não tem, em momento algum, medo de ser sincera. E, portanto, repleta de ensinamentos positivos, encantadora até o último minuto.
Juno – EUA – 2007 – Direção: Jason Reitman – Elenco: Ellen Page, Michael Cera, J. K. Simmons, Jeniffer Garner, Alisson Janney, Jason Bateman– 113 min – Gênero: Drama
NOTA: 8,5 ![]()
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