Recebi o MEME literário de dois grandes amigos blogueiros, o Wally (Cine Vita) e o Anderson (Rosebud é o Trenó!). Como demorei bastante para ler alguma coisa (vergonha!) acabei adiando a resposta a este delicioso desafio – porque, sem demagogia, ler é mesmo muito bom, não é?
1) Agarrar o livro mais próximo;
2) Abrir na página 161;
3) Procurar a quinta frase completa;
4) Colocar a frase no blog;
5) Repassar para cinco pessoas.
O BEBÊ DE ROSEMARY, de Ira Levin (1967)
“Chegando ao apartamento, que estava fresco e tranquilo, tentou convencer-se de que só podia estar enlouquecendo.”
Não sei quanto a vocês, mas adoro conferir livros que foram adaptados para o cinema. Podemos estabelecer uma comparação entre ambos os trabalhos, e de fato julgar a qualidade das duas obras. No caso deste O Bebê de Rosemary, do dramaturgo americano Ira Levin, o resultado é impressionante. Com uma linguagem mais direta e bastante trivial, o autor constrói aos poucos uma atmosfera inquietante e tensa – que culmina com o momento da alucinação de Rosemary, uma das passagens mais doentias de todo o livro. A obra me fez, inclusive, lançar um novo tipo de olhar sobre a obra cinematográfica, e hoje encaro o filme de Roman Polanski com muito mais respeito que antes. Não deve ter sido nada fácil transformar uma história tão intrigante em um filme tão espetacular. Seria muito mais fácil legar um aspecto imbecílico ao filme, fazendo-o mais um exemplar maneirista sobre rituais e bebês voltados para o Mal. Roman Polanski fez, porém, o best seller de Ira Levin ser imortalizado.
Repasso o desafio para:
1) Cleber (Cine Club)
2) Alex (Cine Resenhas)
3) Vinícius (Blog do Vinícius)
4) Wallace (Crônicas Cinéfilas)

















